Solução para incubatórios, granjas, haras, confinamentos, beneficiadoras de grãos e fábricas de ração que geram resíduos orgânicos em volume recorrente e precisam de destino licenciado e documentado.

Cada elo da cadeia agroindustrial produz um resíduo orgânico típico — e todos eles têm na compostagem uma rota de destinação licenciada e documentada.
Resíduos de incubatório gerados de forma contínua na operação, que exigem destinação frequente, licenciada e comprovada por MTR e CDF.
Cama de frango e cama de aviário retiradas a cada lote, destinadas para compostagem termofílica com coleta programada e documentação completa.
Cama de baia, esterco equino e bovino gerados diariamente, que se acumulam rápido e precisam de retirada recorrente com caçamba estacionada no local.
Varreduras, cascas, grãos avariados e fora de especificação do beneficiamento, destinados para compostagem em vez de ocupar espaço e gerar passivo.
Varreduras de produção, produtos fora de especificação e vencidos, destruídos de forma rastreável e transformados em composto agrícola.
A produção agroindustrial é contínua — o resíduo orgânico também. A compostagem absorve esse fluxo com contrato estável e destino ambientalmente adequado.
Camas, varreduras e resíduos de produção surgem a cada lote e a cada turno. A compostagem recebe esse volume de forma contínua, com rotina de coleta ajustada à operação.
Resíduo orgânico enterrado é matéria-prima desperdiçada. Na compostagem, ele vira composto agrícola — desvio de aterro documentado para relatórios e metas ESG.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos prioriza a reciclagem — e a compostagem é a reciclagem dos orgânicos — antes da disposição final em aterro.
O gestor da agroindústria responde pelo resíduo até a destinação final. Por isso cada coleta sai documentada e cada destinação retorna comprovada.
Cada carga sai acompanhada do Manifesto de Transporte de Resíduos emitido no SINIR, rastreando o resíduo do gerador até a usina.
Para os resíduos que demandam CADRI junto à CETESB, a Céu Azul figura como destinatária licenciada e apoia o gerador em todo o processo.
Após a compostagem, o gerador recebe o Certificado de Destinação Final, fechando o ciclo documental iniciado no MTR.
Volumes, tipologias e comprovantes organizados para alimentar o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e os relatórios da empresa.
Frota própria e caçambas estacionadas no gerador, com rotina de retirada ajustada ao ritmo de geração da operação.
O equipamento fica no local e é trocado a cada coleta, sem manuseio adicional do resíduo pela equipe do gerador.
Frequência definida junto à operação — retiradas recorrentes que acompanham lotes, turnos e sazonalidade da produção.
Atendemos a partir de 5 toneladas de resíduos orgânicos por semana — o equivalente a uma coleta semanal com caçamba poliguindaste ou roll-on; não atendemos residências nem pequenos volumes.
Do enquadramento documental ao processo de compostagem, veja o conteúdo que completa a avaliação.
As perguntas que gestores de granjas, incubatórios, haras e beneficiadoras fazem antes de contratar.
Atendemos a partir de 5 toneladas de resíduos orgânicos por semana — o equivalente a uma coleta semanal com caçamba poliguindaste ou roll-on; não atendemos residências nem pequenos volumes.
Depende do resíduo. Em São Paulo, alguns resíduos exigem CADRI junto à CETESB antes do envio. Quando é o caso, a Céu Azul figura como destinatária licenciada no documento e apoia o gerador em todo o processo.
Sim. Cama de frango e de aviário, cama de baia, esterco equino e bovino, varreduras de grãos e de ração e produtos fora de especificação são resíduos compatíveis com a compostagem termofílica, após caracterização e análise técnica.
Cada coleta sai com MTR emitido no SINIR e, após o tratamento, o gerador recebe o Certificado de Destinação Final (CDF). Os dados de volumes e tipologias também são organizados para alimentar o PGRS da empresa.
Envie o tipo de resíduo, o volume semanal estimado e o município da operação para uma avaliação técnica.